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sexta-feira, 10 de junho de 2016

Crossfit #1



Só para deixar toda a gente roída de inveja: consegui 50 saltos à corda consecutivos. Ah, pois é! Pimba, pumba…
Mas só aconteceu uma vez. Nunca mais consegui repetir o feito… raio de nervos de coisa que às vezes apetece-me espetar com a gaja sei lá onde para ver se coopera.
Um dia destes fui a Matosinhos e vejo lá um fulano a saltar à corda com o mesmo à vontade com que eu como pipocas no cinema do Arrábida Shopping, durante os anúncios… estive quase, quase, quase, para lhe ir pedir umas dicas. Eu sei que sou muito pesada e mimimi mas os outros parecem-me estar a saltar num trampolim (ou uma nuvem fofinha e saltitante) enquanto eu sou apenas um peso pesado a tentar levantar os pés do chão cerca de 2cm.
Querer saltitar como uma criança e não conseguir é coisa para me deixar os nervos todos em frangalhos.

quinta-feira, 9 de junho de 2016

Pensamentos profundos #35

Malta:

Por favor, mas POR FAVOR, parem de publicar fotos dos vossos pés nas redes sociais.
Não me interessam pés lindos, feios, gordos, magros, na praia, na Torre Eiffel, na Caraíbas, na fila da Segurança Social,... não me interessam.
Nem me parece que tragam valor acrescentado para a sociedade em geral e para mim em particular. Pensem nisso, ok?
Agradecida!

quarta-feira, 1 de junho de 2016

Delícias da maternidade #5



Faço parte daquele grupo de pessoas que acha que o exemplo vem dos pais. Para mim muito do que as crianças fazem é apenas copiar aquilo que em algum momento viram pai/mãe a fazer.
Não posso por isso estranhar que a L. passe a vida a resmungar – que a moça até sozinha reclama!!! – já que a mãe é um belo exemplo de resmunguice frequente. O mesmo não acontece com a mão levezinha que tem e que anda sempre pelo ar a tentar assentar na cara de alguém. Não somos malta de andar à bofetada mas a L. anda sempre com ela prontinha para mais uma lambada.
À frente…
Não sendo possível sempre (porque não sou perfeita ou nem me apercebo do que estou a fazer) tento ser um bom exemplo para ela. E neste caso refiro-me a uma questão muito específica – cumprimentar.
É da minha personalidade ser uma pessoa recatada. Não sou daquelas pessoas que facilmente cria empatia ou amizade com outras pessoas. Muito se deve à minha timidez mas acho que é sobretudo a minha maneira de ser. Mas não dar confiança nem entrar em grandes conversas com alguém não me impede de ser bem educada e um bom dia/ boa tarde/ boa noite não paga impostos e acho que se trata do mínimo estabelecido nas regras de convivência.
Fico pasmada com a quantidade de pais que se cruzam comigo no colégio da L. e que apesar de eu fazer questão de cumprimentar sempre não me dão qualquer resposta. As primeiras vezes nem critico porque o mar de pensamentos que muitas vezes inunda o nosso cérebro impede-nos as ações básicas e distração também acontece com toda a gente. A malta com ar de superioridade já é outra história. Até a minha rapariga acena para toda a gente, diz bom dia e adeus à maneira dela, e acaba por ser muito mais bem educada do que muita gente supostamente grande que por ali anda.
Quando nem cumprimentamos as pessoas que exemplo estamos a dar?