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quinta-feira, 31 de julho de 2014

Porra

Olho para trás e tento compreender
Um caminho já percorrido
E não sei bem quanto ainda falta percorrer
Mas estes apertos no peito já são demasiados
Existem marcas profundas
Daquelas que ficam impressas na alma
Como alguns pneus marcam a estrada
Mas aqui não há alcatrão que disfarce ou substitua
E sinto outra marca a ser feita a ferro e fogo no meu coração
No meu pensamento
Na minha preocupação
O egoísmo de que padeço fica relegado
Apenas tenho uma questão premente
Espero o melhor
O sexto sentido
Ai dele se me mente
Estava disposta a trocar de lugar com alguns
E não permitir certos acontecimentos com outros
Mas tenho a sensação de que quando chegar a noite
Quando pegar numa toalhita desmaquilhante e tirar tudo o que lá apliquei estes anos
O que restar vai ser irreconhecível
E porra! Será que aí poderei finalmente verter o tónico
Sem julgamentos? Sem preocupações?
Para já é tempo de mais um pouco de corretor – de imperfeições como lhe chamam
Espero, do fundo do coração, não ter de fazer mais reforço nesta maquilhagem
Porque sei que serei capaz de o fazer
Sei que resisto a isso e muito mais
Mas custa-me tanto não poder levar também com as marcas de outros
Quero tanto protege-los
Não sei como melhor o fazer
Vou abrindo caminho da melhor forma que acho que pode ser
Que me desculpem se não é suficiente
Gostava de melhor poder proteger

Porra.

quarta-feira, 30 de julho de 2014

Disse e cumpri

Ontem tinha como objetivo que o dia corresse de melhor forma que o anterior. E hoje consegui, sem sombra de dúvida, cumprir esse objectivo.
E qual a melhor forma de começar um dia para este ser logo delicioso?
Uma aula de Cycle. Ainda por cima na companhia do maridão e do compadre; e um amigo a dar a aula. A receita ideal para uma hora muito bem passada. O mais porreiro foi que apesar desta última semana ter sido mais paradita não senti redução da resistência.
Durante a primeira semana de férias o exercício foi basicamente reduzido a uma única corrida adicionada de uns exercícios do demo definidos pelo compadre mas que depois acabamos por não repetir:


Julgava que me ia dar o fanico na aula de hoje mas por acaso correu bastante bem.

Durante as férias o exercício foi outro. 2048 – já ouviram falar? Pois, um jogo viciante que enquanto não consegui chegar ao final não descansei. Aqui fica a imagem para mais tarde recordar:




(Primo B., se conseguires lá chegar avisa! E obrigada pela sugestão. Se precisares de dicas avisa.)

terça-feira, 29 de julho de 2014

Parece que não

Penso que já aconteceu tudo o que havia para acontecer.
Desligo.
Olho em direcção e sol e como não consigo manter os olhos abertos fecho-os.
E sorrio. Descontraio.
Mas não… não é para descontrair. Nunca é. O telefone acaba sempre por tocar. Uma ou outra conversa acaba sempre por se dar.
Conversas, lamentos, preocupações em catadupa.
Volto a vestir todo o meu equipamento de guerra e vou fazer voluntariado no campo de batalha.
E mais um dia chega ao fim. E percebo que não dá para baixar a guarda.
É preciso estar sempre alerta. Sempre com a guarda levantada.
E é mesmo cansativo.
Ouvi coisas hoje que nunca pensei vir a ouvir. Interpretei um papel que é meu há muitos anos mas foi especialmente difícil porque abarcou questões que não pensei que fossem abordadas.
Tenho de ser racional. Apesar de ser a mais nova acabo por ser a figura fraterna a que recorrem. Carrego o peso da responsabilidade de dar a resposta certa e o conselho adequado a este e aquele. Mas, volta e meia deixam-me abananada com certos comentários.
Faço o melhor que sei mas pergunto-me se é o melhor para todos. Sinto-me diferente porque existem assuntos relativamente aos quais não me consigo manter calada. Mas será de facto melhor assim?

Sinto-me de rastos. O dia de hoje foi mesmo complicado. Amanhã vai ser melhor? Vou fazer por isso – está garantido.

Já recebi a sentença

1,5Kg foi o meu castigo face às asneiras cometidas na última semana de férias. Vou começar a aguçar o gosto com uma corrida, hoje à tarde à beira mar, e voltar a entrar no ritmo.

Há também uma outra coisa de que ouvi falar e estou curiosa para experimentar. Se tal acontecer, e creio que assim será, eu conto tudo.


Tenho montes e montes de posts para escrever. Só preciso de tempo para dar o gosto aos dedos. E quero também aproveitar os próximos dias para experimentar umas receitas saudáveis. A vontade é muito mas first things first!

segunda-feira, 28 de julho de 2014

Já foi mas ainda falta

E está feito para este ano. O regresso a casa acabou por ser inesperado mas, ainda assim, temos mais que muitas memórias boas para guardar: um Algarve com outro sabor; um Alentejo até agora desconhecido mas muito bom; uma Lisboa de vista rápida e com água na boa por mais.
Acabaram por ser umas férias bem melhores do que alguma vez teria planeado para este ano.
Tenho muito para partilhar e algumas opiniões para dar mas para já, para já, a prioridade é outra. Amanhã vai ser dia de ir à balança ver os resultados de tantas asneiras que cometi nestes últimos dia e é também altura de regressar aos treinos.
Apesar de me sentir cansada fisicamente (os sonos de curta duração a isso levam) sinto também saudades de puxar pelo cabedal daquela forma que já me é familiar. Tenho de aproveitar estes dias para recomeçar a estabelecer as rotinas que quero que façam parte da minha vida e que acabaram por se perder um pouco nestes dias sem horários e regras.

E também é preciso ir correr à beira mar. Pelo exercício e para manter esta cor saudável da pele – depois de alguns anos com ar de anémica! – que faz com que os olhos fiquem mais verdes e os dentes mais brancos. Já nem me lembrava de ficar com esta “corzita”…

sábado, 26 de julho de 2014

Roubaram-me



Como já havia mencionado as férias começaram com uns dias no Algarve na companhia dos nossos compadres e afilhada Carolina.

Sabíamos que nos esperavam dias muito agradáveis. Mais do que habituados a passar alguns dias com os nossos compadres aquilo que nos aguardava só podia ser muito bom e isso só podia ser melhorado pela presença da pequenita.

Mas a verdade é que nada nos preparou para aquilo que foram os poucos dias que passámos com eles.

Só podemos agradecer a forma como nos receberam, nos trataram e fizeram sentir bem. Não podíamos ser melhor recebidos. São, para além de amigos do melhor que pode existir, excelentes anfitriões. Fizeram-nos sentir super à vontade e fizeram com que os dias passassem depressa demais. Não temos palavras para agradecer a forma como nos trataram e por isso fica o agradecimento mais sincero e do fundo do coração que pode existir. Foi perfeito.

A grande surpresa foi mesmo a nossa afilhada. Desde a forma como abriu os braços mal entramos pela porta até ao beijo que lhe roubei antes da sesta durante a qual viemos embora temos tanto mas tanto para guardar, para sorrir, para inchar o coração.

Ao longo dos dias a proximidade e o à vontade daquela pipoquinha foi-se acomodando no nosso coração. Sim, já éramos completamente derretidos por ela mas simplesmente sentimos que nos roubou o coração. Ouvir um “maínha” ou “paínho” era assim das melhores palavras para os nossos ouvidos. Cantar e dançar com ela; brincar na areia; estar na piscina… tudo, seja o que for, ganhou outro sabor.

Não trocava 15 dias na Polinésia Francesa pelos dias que passei na companhia dela. Roubou-me o coração e na vinda embora metade do percurso foi feito a chorar. Porquê? Porque tinha o coração cheio de amor e alegria pelo que partilhei com ela; sentia uma tristeza imensa por ter acabado; uma gratidão imensa pela forma como fui recebida e acarinhada; sentia que as férias tinham acabado porque já nada seria igual sem aquela pequenina que passou os dias a dizer “não queio”. Aquela pequenina foi o Moët & Chandon de todas as férias imagináveis e depois disso tudo tem sabor a espumante rasca.

Não tenho mais palavras para descrever o delicioso que foi e só espero nunca esquecer momentos tão bons que são agora constantemente recordados por nós.

Obrigada a vocês!


sexta-feira, 25 de julho de 2014

quarta-feira, 23 de julho de 2014

Sinto lágrimas



Mas posso sempre desculpar-me com a chuva
Subo as escadas e enfrento o que quero evitar
Quero fugir
Não quero enfrentar
Imagino
Imaginação fértil
E ignorante
Por não saber
Por querer esquecer
Bebo mais um golo de água e olho para o que tenho à minha volta
Tanto e tão pouco
Um sorriso involuntário
Com os sonhos a imporem-se
Como se pudessem simplesmente refugiar-me
Não quero
Mas vi-te
Ia no carro a pensar, num daqueles momentos em que os sonhos vêm
E vi-te
Arrancaste-me dos sonhos e chamaste-me à realidade
Porque o pouco tornou-se muito
A revolta tornou-se gratidão
Causada apenas pela tua visão
Sim, sou parva
Queixumes infundados de quem tem tanto
E sabes o que mais me marcou?
O teu sorriso
Marcaste-o a ferro e fogo na minha memória
Mas nem sei se o sorriso era teu
Ou se apenas quero acreditar que sim
Mas faz-me um favor estranha alvorada
Nunca desistas de sorrir
Luta sempre pela tua demanda
Tenho de voltar para a chuva
E aí a culpa é tua.

Chegou o momento de apresentar… os superalimentos



Tendo em conta que nesta longa luta que decidi enfrentar não tomo nenhum comprimido vou pesquisando alternativas. Produtos que possam acelerar o metabolismo e, como tal, potenciar a perda de gordura e o aumento da massa muscular. Foi assim que cheguei aos superalimentos.


O que são superalimentos?


Os superalimentos são, basicamente, alimentos super. Tudo esclarecido?


Está bem… eu explico melhor.


São alimentos – sobre isso que não haja dúvidas; têm alto teor de fitonutrientes (compostos naturais bioativos encontrados em alguns alimentos vegetais) e são, por isso, ultra concentrados tanto energética como nutricionalmente. Por serem 100% naturais são também 100% assimiláveis pelo corpo. E têm aquelas coisas todas que ouvimos vezes e vezes sem conta quando mencionam aquilo que devemos ingerir: vitaminas, antioxidantes, minerais,…
 
Imagem retirada daqui


O melhor de tudo é que o seu consumo melhora a saúde e pelo que pesquisei não tem contraindicações exceto, obviamente, quando existe um consumo descontrolado de alguns destes superalimentos. Como em tudo na vida aqui também impera o bom senso: tudo o que é demais é exagero.


O pior de tudo é o preço. Acho exagerado. Sei que o facto de serem produtos biológicos e a sua produção não incluir fertilizantes e pesticidas aumenta naturalmente o custo de produção mas, e há sempre um mas, podia não ser tão carote.


A combinação destes superalimentos deve ser feita um estilo de vida saudável. Por isso, como é da praxe, alimentação cuidada e exercício físico têm de estar no prato do dia.


De acordo com as necessidades de cada um existem superalimentos que são mais ativos numa área específica. A título de exemplo de exemplo existem produtos mais direcionados para: emagrecer, colesterol, celulite, células cancerígenas e até memória.


Fiz uma tabela onde coloquei os objetivos mais importantes para mim e os superalimentos mais ativos nessas áreas. E os eleitos foram: spirulina, cevada e trigo.


Estou a considerar seriamente a possibilidade de incluir estes eleitos no meu pequeno-almoço. Só tenho receio de gastar o graveto e não suportar o sabor mas sem experimentar nunca irei saber.


Para comprar online sugiro:





Quem se quiser deslocar a uma loja penso que a Terra Pura (no Marshopping) comercializa estes produtos.

Se decidir experimentar depois conto tudo...