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sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014

Estava mesmo difícil, mas veio!


Coisas que não compreendo #12


Porque é que há pessoas que por muito que tenham, estão sempre a ver o que outros têm e a desejar ter também? Não por si, não por objetivos próprios, mas por comparação com o alheio.

Cada um tem aquilo que tem! Aquilo com que nasceu, aquilo porque lutou, aquilo que lhe caiu em cima, aquilo que às vezes até tentou evitar… todos têm o bom e o mau da vida. O que não percebo é esta insatisfação que muitos têm não por si, não porque identificaram essa necessidade/capricho/vontade, mas sim porque há alguém que já a tem.

Acho que sentem aquele bicho que consome, aquela vontade de olhar com ar de “raistaparta que isso devia ser eu/meu e não tu/teu”. Aquelas pessoas que não descansam enquanto não têm o que os outros possuem (seja em termos materiais, de personalidade, físicos, o que for). Não compreendo esta forma de ser ou estar.

E isto atinge o ridículo quando criticam as pessoas que têm aquilo que elas próprias davam o dedo mindinho para ter… Aquele escárnio revestido de inveja. Vade retro!

O melhor do dia


Andar na rua e cruzar-me com crianças mascaradas. Ver o orgulho, a felicidade e até alguma timidez com que envergam a personagem escolhida faz-me sorrir.

Porque é que sou assim? #1

Porta abertas para mais uma nova rubrica (que chique!) Caraterísticas que podiam ser diferentes em mim, mas não são!
Não resisto… a sagas literárias! Compro o primeiro livro de uma e mesmo que não me agrade muito o primeiro livro dou sempre o benefício da dúvida. Depois se não gostar especialmente do segundo e existir ainda um terceiro, tenho de o ler, para saber o final da história. Se forem mais, está o caldo entornado…
A não ser que não me identifique minimamente com o tema abordado nos livros. Aí é diferente. Mas gostava de não sofrer desta curiosidade historial crónica.

It's the final countdown - Scaryrace

Cada vez se torna mais real e o nervoso miudinho aumenta...



Espero sobreviver para poder contar...
 

Christina Perri - A Thousand Years [Official Music Video]





Gosto desta música! Para quem a ouvir e pensar “Acho que a conheço de qualquer lado…” e não esteja a ver de onde, esse lado é o filme Amanhecer - Parte 2 (Sim, da Saga Twilight!!!). O filme acaba com esta música e na altura nem lhe prestei grande atenção, mas depois… aquece-me o coração. Acho que é doce e romântica. Espero que gostem!


Heart beats fast
Colors and promises
How to be brave
How can I love when I'm afraid to fall
But watching you stand alone
All of my doubt suddenly goes away somehow

One step closer

I have died every day waiting for you
Darling, don't be afraid I have loved you
For a thousand years
I'll love you for a thousand more

Time stands still
Beauty in all she is
I will be brave
I will not let anything take away
What's standing in front of me
Every breath
Every hour has come to this

One step closer

I have died every day waiting for you
Darling, don't be afraid, I have loved you
For a thousand years
I'll love you for a thousand more

And all along I believed I would find you
Time has brought your heart to me
I have loved you for a thousand years
I'll love you for a thousand more

One step closer
One step closer

I have died every day waiting for you
Darling, don't be afraid, I have loved you
For a thousand years
I'll love you for a thousand more

And all along I believed I would find you
Time has brought your heart to me
I have loved you for a thousand years
I'll love you for a thousand more


quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014

Vontade de viver outra vida


Olho para a minha vida e às vezes gostava de ser uma mera espectadora. Ver de fora porque às vezes ataca-me uma ânsia sufocadora.

Quero respirar, quero espreguiçar-me, quero espaço, mas apenas sufoco. Tudo me sobrecarrega, tudo me cansa, tudo me farta, tudo parece um colosso.

Às vezes tenho vontade de viver outra vida, uma vida mais simples, ou pelo menos, menos complicada. Os pensamentos entrelaçam-se e criam um torvelinho ou torvelão. É tanta coisa que nem lhe consigo ter mão.

Não posso dizer tudo o que penso, não posso partilhar aquilo que sinto. Guardo e acumulo, represento e até dou alento. Mas o que faço nunca parece suficiente. Sinto que nem sempre estou ciente.

Podia virar a página, podia viver a outra vida, mas existe tanta coisa com importância... Existe tanta coisa que não trocava… Vou vivendo e vou suportando. De vez em quando levanto a cabeça para ganhar ar, mas imediatamente me começam a chamar.

Sou bombeira de serviço! Mas posso tirar folga? Sei que tenho de viver a minha vida, apesar de por vezes me apetecer viver outra…

Ginásio by morning #16


Este post não é escrito com o melhor estado de espírito do mundo.

Ontem sentia um certo entusiasmo por ter praticado desporto diariamente desde sábado e como hoje era dia de pesagem (não sei ao certo porquê, mas adquiri o hábito de me pesar à 5.ª feira de manhã) pensei eu, estupidamente, que isso se iria refletir no peso.

Redondamente enganada… pedia talvez meio kilograma, com duzentos ou trezentos gramas já ficava satisfeita, mas desde a semana passada engordei quatrocentos gramas.

Tinha acabado de me levantar à 6:20 da manhã para fazer uma coisa que não adoro, mas com um objetivo traçado, e a p&%a da balança trama-me assim a vida. Oh S. não pode ser assim, estás a ganhar músculo, o músculo pesa mais que a gordura e não sei quê e não sei que mais… estou sinceramente a c@g@r-me para essa merd@ toda.

Todos os dias tiro uma t-shirt e umas calças de treino completamente encharcadas. Todos os dias penso que estou a fazer alguma coisa por mim, pela minha saúde, pelo meu bem, fazer os possíveis para evitar o rol de doenças que os meus pais enfrentam e sei que o meu peso não é, não pode ser sobre qualquer ponto de vista saudável (um dia ainda o vou partilhar, mas não hoje). Penso no esforço, no suor, no sacrifício e penso Para quê? Todo o bem-estar que sentia ontem esfumou-se e estou reduzida a gorda frustrada.

Ainda assim bebi o meu batido (de maças e laranjas) equipei-me e fui para o ginásio. Fiz o treino e vim embora, mas hoje teve um sabor muito agridoce.

Também senti um cansaço que só costumo sentir ao final do dia, e tenho de escutar o meu corpo. Estamos em contagem decrescente para a corrida de sábado e amanhã está decidido que será dia de descanso.

Espero entretanto ganhar novo ânimo e que a balança não me pregue mais partidas destas… Tem mesmo de ser sempre tudo tão difícil?

Dificuldades de ser mulher #11


Coisas que não compreendo #11


Quando se põe um trolha/eletricista/serralheiro… a trabalhar, ele está concentrado, caladinho e a despachar o trabalho o mais depressa que pode. Quando se junta mais 1 ou 2 ou 3 ou… é festa pela certa. Adoram mandar bitaites uns aos outros, gostam de meter a colher no trabalho dos colegas, gostam de dizer umas piadas (algumas com piada, outras nem por isso), adoram dar asas a toda uma linguagem especial…

Nos últimos dias têm sido marcados pela presença de 4/5 homens a trabalhar no passeio junto à porta da empresa. Estão a imaginar a animação que aqui vai? Pelo menos não existem silêncios constrangedores!

“Em minha casa não falta nada! Até gelo tenho no frigorífico!” (Das minhas preferidas)

quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014

Ginásio by morning #15


Naquela que começa a ser uma rotina, mais um dia de sair da cama cedinho.

Hoje experimentei beber apenas um iogurte líquido para ver se me sentia mal mas por acaso não. Fiquei porreirinha como com o batido. Acho que vou começar a alternar entre batidos e iogurtes para não ser sempre a mesma coisa e não ter tanto trabalho.

Devido a problemas técnicos tive de fazer o treino na passadeira sem música. Foi um dos maiores suplícios a que me sujeitei. Sabem aquela sensação da mesma coisa nos custar 50.000.000 de vezes mais? Estive mesmo para parar, ir buscar música e recomeçar o treino, mas com os minutos todos contados não dá para andar com grandes invenções. Claro que mal saltei da passadeira fui para o meu abrigo… phones nos ouvidos, marcar o ritmo a que treinei. Não sei explicar, mas preciso mesmo de ouvir a música que escolho e quero nos treinos. Quer-se dizer, ontem andei a acrescentar umas músicas à playlist e hoje o aparelhómetro acha por bem deixar-me ficar mal? Ai, ai, ai, ai, ai!

À frente… problema musical resolvido e treino sem mais nada de especial a acrescentar. Só 4,5Km em 12m de bicicleta… oh yeah! J

Entretanto acho que no próximo sábado vou passar o dia a dormir. Ainda por cima com a corrida noturna a sesta de longa duração fica mais que justificada.

Sinto-me a entrar numa fase em que o ginásio é quase terapêutico, não sei explicar, mas parece que se agora por algum motivo tivesse simplesmente de deixar de ir, psicologicamente ia afetar-me. Ou então não tem nada a ver e quero também criar este vício, esta rotina que até já crio teorias! Cabeça muito pensadora… mas corpo cada vez mais saudável.

Assim faço beicinho


No ginásio aproveito para ir deitando o olho às notícias, pondo-me a par de como anda o mundo.

Vi que o Pedro Abrunhosa vai receber hoje o Prémio Pedro Osório atribuído pela Sociedade Portuguesa de Autores e fiquei satisfeita. É um compositor e músico que aprecio, de grande qualidade, uma prova de que se faz boa música em Portugal e em português e aproveito para o felicitar (de certezinha que vai passar por aqui, por isso, Parabéns Pedro!).

Ós despois, entre uma e outra novidade, a meu pior pesadelo tornou-se realidade: pelo segundo ano consecutivo (e é preciso mesmo sublinhar o segundo) não se irá realizar a feira do livro noPorto. WHAT????

Isto não é possível! No ano passado fiquei chateada, mas este ano apetece-me bater com os pés no chão, espernear e fazer beicinho. Não tem jeito nenhum.

Entre desconfianças e questões financeiras mais uma vez fica hipotecada a possibilidade dos portuenses (e não só) terem um momento de lazer, investirem na cultura e receberem este evento que considero importante.

Fiquei mesmo incomodada com esta informação. Apesar da notícia que li (e que indicava que não haveria feira, ponto final!) já li em sites de notícias que ainda não está definitivamente decidido. Espero que esta malta tenha o bom senso de conciliar interesses e darem à cidade invicta este grande evento, que adoro.

Saga de Gabriel


Na altura em que li várias opiniões sobre o primeiro livro desta saga - “O Inferno de Gabriel” - decidi que tinha de vir cá para casa, fazer parte do meu património. Atirei-me a esta primeira obra de Sylvain Reynard traduzida em Portugal e não me desiludi.

A história é de um professor universitário especialista em Dante (obra esta que vai sendo dada a conhecer ao leitor ao longo do livro – pormenor muito interessante porque gerou conhecimento numa área da qual não sabia absolutamente nada) e de uma aluna (inscrita numa pós-graduação onde Gabriel leciona) que aparece nas suas aulas. Imediatamente existe uma espécie de ligação estranha e injustificada, mas que posteriormente é esclarecida.

Entre a arrogância do professor (Gabriel Emerson) e a humildade e inocência da aluna (Julia Mitchell) toda uma história de amor se cria e juntamente com as personagens secundárias (Christa e Paul) fica aqui uma receita de sucesso. E como o proibido é sempre o mais apetecido…

 


Terminado o Inferno, vem “O Êxtase de Gabriel”. Segunda obra desta trilogia, mais algum conhecimento sobre a obra de Dante e com uma luta pelo amor que nos aperta o coração e faz ficar a torcer por um final feliz que muitas vezes duvidei de que existiria. Uma leitura que afeta os mais românticos e afetuosos (acuso-me!), e que mais uma vez me prendeu até à última palavra.

 


Por fim e não menos delicioso “A Redenção de Gabriel”. Mais uma vez, aguardei ansiosamente o seu lançamento e mal pude, atirei-me de corpo e alma. Fiquei a torcer pelo “felizes para sempre” até ao fim e em suspense! E mais não digo, só que vale muito a pena, o amor ultrapassa todas as barreiras e o que implica luta tem sempre outro sabor…

 


Adorei a forma feliz como o autor terminou todos os livros. Apesar de todas as dificuldades que o casal, família e amigos enfrentam, as coisas terminam bem. Transmitiu o sentimento de “ok, agora ficam uns tempos sem vos ver, mas sei que ficam bem!”.
De realçar a abordagem de assuntos do nosso quotidiano e similaridades com qualquer vida comum. O merecido fim para as personagens principais e secundárias! Foi muito agradável a viagem que fiz ao longo destes três livros. Só a nota de que não faz sentido apregoarem as suas semelhanças com as Cinquenta sombras de Grey, pessoalmente achei que não teve nada a ver. Grande aposta da Saída de Emergência!

Que a força esteja connosco


Coisas que não compreendo #10


Porque é que todos os livros que contêm a descrição de alguma cena mais sensual ou erótica têm na sua capa uma referência à trilogia “As Cinquenta Sombras de Grey”?

Será que vendem mais livros por isso?

Acho que é uma grande desvalorização, apesar de identificar a técnica comercial. Grandes histórias que são muito mais para além de cenas de sexo seguidas de cenas de sexo, mas que fazem questão de mencionar: “As cinquentas sombras souberam-lhe a pouco?” ou coisas do género!

Se ainda se tratassem de livros mais fracos… mas nos casos em que isso me aconteceu o conteúdo não tinha nada a ver e não me senti ludibriada. Em primeiro lugar não comprei esses livros por essa menção, mas por comentários e opiniões de li antes de decidir comprar. Depois, como é que me posso sentir enganada quando tenho uma história muito mais interessante, envolvente e apelativa da que a anteriormente mencionada?

Sei que aquele boom inicial de corrida a este género de livros justificava estas tentativas, mas agora? Não compreendo!

terça-feira, 25 de fevereiro de 2014

Ginásio by morning #14


Numa semana que me parece promissora (o meu marido já fica de boca aberta quando lhe digo que no dia seguinte vou ao ginásio! J), hoje foi o dia do segundo treino da semana. Começou com um batido bem simples:

- ½ dúzia de bagas goji

- 3 colheres de sobremesa de sementes chia

- 1 pera

- 1 maça (grande)

- 2 kiwis

- sumo de 1 laranja e 1 limão

- água q.b.

Fiz aqui há dias download da aplicação MyASICS que traça um plano para atingir um determinado objetivo. Depois de analisar o plano proposto percebi que rapidamente tinha de começar a correr 2Km sem parar e hoje comecei o treino com esse objetivo em mente.

2 minutos de aquecimento e depois fixei a velocidade em 6,5km/h. Cerca de 17:30 minutos depois conseguia… sorriso estúpido e energia para acabar o resto do tempo a correr à mesma velocidade. Fiz mais um bocadinho que 2Km, não foi muito mais, mas assim que saí da passadeira apetecia-me gritar um YES!!! Mas controlei-me, festejei para dentro e continuei.

Máquinas de braços e pernas e elítica e mais braços e acabei (como sempre) na bicicleta. Pelo tempo (sempre controlado) estabeleci que podia fazer 12 minutos e como já tinha percebido por treinos anteriores que fazia 3km com relativa facilidade decidi que hoje era o dia dos 4km! E fiz os 4Km, até fiz mais, ali na fase final puxei valente e quando vi o objetivo a ser atingido… YES!!! (Para dentro!)

Foi um treino muito bom! Ver este progresso (mesmo apesar das dores musculares) faz-me sentir e acreditar que é isto que eu quero! Quero melhorar mais e mais, correr mais e mais, aumentar a distância aos poucos. Sei que nem todos os dias vou fazer aquilo que idealizo, mas são dias como os de hoje que me dão alento para os menos bons!

A capicua divertida do dia


Memórias #13


Ano 2010, aproximação do dia de casamento. Quase sempre que estava com a minha mãe, uma grande preocupação que mostrava era a postura que eu teria no dia do casamento.

Um vestido que lhe caiu no goto, mas uma filha terrível, com problemas nas costas desde miúda e com muita tendência para costas curvadas com corcunda à mostra, como manda a sapatilha.

Acredito que a senhora minha mãe passou noites em claro a pensar na forma de ultrapassar este obstáculo de grande importância para o sucesso do dia do meu casamento.

Um belo e marcante dia chegou mesmo a criar uma palavra passe.. gaivota! Gaivota era a palavra que no caso de ser pronunciada pela minha mãe eu acederia a dar um esticanço às costas, e a ficar direitinha como um fuso…

Basicamente eu andava a passear descansadinha da vida entre os convidados de mão dada com o meu marido, mas com esta postura:

 


E a minha mãe (sempre atenta) gritava, tossia, disfarçava: GAIVOTA!

E eu:

 


Se fosse hoje, acho que ela ficava orgulhosa de mim. Com esta dor que me cobre quase todo o corpo e uma parte da alma, com um caminhar novo, ela só pensaria: a minha filha parece uma

(só em nota de rodapé, pelo menos que me lembre a minha mãe não usou a uma palavra-passe nem uma vez naquele dia. Não sei se ela estava demasiado distraída ou se eu andava direitinha como quem anda à procura de alguma coisa acima da multidão…)

Um pequeno-almoço diferente - Panquecas


Acordar num Sábado/Domingo com vontade de fazer algo diferente. Sabia que já as tinha tentado fazer em tempos, mas não tinham corrido bem. Foi altura de uma segunda tentativa:

Panquecas com fruta e nozes

Ingredientes (rendeu 6 panquecas jeitosas):

- 1 chávena de chá de farinha

- 1 chávena de chá de leite

- 1 ovo (tamanho L)

- 1 pitada de sal

- 1 colher de chá de fermento

- 1 + ½ colher de azeite

- 2 colheres de sopa de açúcar

- 1 colher de café de essência de baunilha

- Creme de avelã (tipo Nutella) q.b.

- Manteiga q.b.

- Mel q.b.

- 1 banana

- 1 kiwi

- Nozes a gosto

- Açúcar em pó a gosto

Numa taça juntar a farinha, o leite, o ovo, o sal, o fermento, o azeite, o açúcar e a essência de baunilha (opcional) e bater bem até obter uma mistura homogénea. Deixar este preparado repousar um pouco.

Preparar as panquecas numa frigideira (com o calor a um nível baixo) untada com manteiga. Depois de colocar uma colher de massa e esta começar a formar bolhas de ar virar até cozinhar e retirar. Repetir até terminar o preparado.

Barrar 2 panquecas com creme de avelã, 2 com manteiga e duas com mel.

Num prato dispor uma panqueca com cada tipo de cobertura. Juntar meia banana, meio kiwi e distribuir algumas nozes por cima. Polvilhar a gosto o prato com açúcar em pó. Repetir o procedimento num segundo prato e servir.
 
 

segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014

Ginásio by morning #13


O pleno era mesmo depois dos treinos do fim-de-semana hoje me conseguir levantar de manhã. E levantei com relativa facilidade… até começar a andar.

Os gémeos pareciam que iam saltar das pernas e se iam embora, cada passo, uma espetadela na anca direita que até via estrelas… mas a persistência e a vontade de atingir um objetivo falou mais alto. Equipamento em cima do lombo e lá pus pés ao caminho para o ginásio.

Estava cheia de medo de não conseguir fazer a ponta de um chavelho, mas a verdade é que fiz o treino todo direitinho sem grande stress. Quando comecei a correr na passadeira ganhei toda uma nova perceção dos meus músculos das pernas. Parecia que não tinha certos músculos que entretanto marcaram presença no meu pensamento através da dor, mas nada por aí além.

Depois do banho, o caminho para o escritório foi uma verdadeira anedota. Passar o pé esquerdo da embraiagem para o travão e vice-versa ganhou toda uma dimensão, só me apetecia rir.

O que interessa é o objetivo foi cumprido! Vamos ver como me porto o resto da semana!

Treino #25


Depois dos 9Km de sábado, no domingo o meu marido levanta-se e pergunta-me “Queres ir dar uma corrida agora de manhã?”

Bem, tenho de referir que depois do treino de sábado, me levantei no domingo com uma dor de pernas, de ancas, de joelhos, que nem me apetecia mexer um dedo, mas não é todos os dias que ele pergunta se alinho numa corrida e se ele aguentava eu também tinha de aguentar.

Com um entusiasmo que no fundo não sentia “Vamos lá!” disse eu. Fomos para o estádio do Maia, que por acaso tem umas condições boas e anda lá muito povo a fazer o mesmo que nós.

 


Claro que ainda tínhamos o corpo todo dorido e por isso este treino não deu para grande coisa. A minha aplicação também me deixou ficar mal… mas segundo ele foi aproximadamente isto:

3,4Km em 30:00

Não foi muito, mas também não se podia pedir mais. Lá viemos para casa mais uma vez a refletirmos acerca do facto de termos passado anos em que o domingo era no sofá e sem sair de casa. Sem sentir o sol, o calor, o bem-estar,… não fazíamos ideia daquilo que andávamos a perder.

Claro que o domingo à tarde foi passado a um ritmo muito lento. Depois de arrefecermos todos os músculos ganharam um outro significado, uma outra dimensão. Mas mesmo assim nada nos tira o sorriso de termos conseguido fazer o que fizemos.

Treino #24


Tenho a dizer-vos que este fim-de-semana puxei mais pelo cabedal do que aquilo que pensei que me seria possível!

Depois de uma semana com uma frequência satisfatória do ginásio, tinha de treinar a corrida para ver como estava em termos de preparação para o próximo Sábado.

Ao final do dia de sábado, lá fomos em direção à praia da Madalena correr em direção à Afurada. Primeiro começamos por correr no passadiço, mas é impressionante o manto de destruição até onde a vista alcança. Ainda tentei correr numa zona que tinha muita areia, mas depois de me deparar com isto:

 


Percebi que iria ser assim o percurso todo e decidi vir para a estrada, junto da ciclovia.

Corri e caminhei, corri e caminhei… passei por zonas espetaculares com vistas fabulosas, parei para tirar umas fotos, e quando dei por ela tínhamos percorrido 4,5Km. Achamos que era boa altura para voltar para trás e assim foi. Infelizmente não consegui correr o percurso todo, mas ainda assim:

9Km em 1:36:26

Nem acredito que levei com 9Km em cima do lombo e não tive de ir direta para o hospital com uma paragem cardíaca, um pé torcido ou outra coisa qualquer que me impedisse de fazer o que quer que fosse durante muito tempo…

Feliz, satisfeita e completamente estafada, foi como acabei este treino de sábado à tarde.
 

Bom dia!


domingo, 23 de fevereiro de 2014

Esta deve ser mesmo porreira (Corrida do Mar)

Para não dizerem que não informei...



Pelo local em que é e pela paisagem que envolve acho que deve valer a pena. Mas só tento convencer o marido depois de sobreviver à do dia 1 de Março.
A quem interessar, mais informações aqui.

sábado, 22 de fevereiro de 2014

Sogros??? Ao longe!


Pronto, um dia tinha de vir este assunto à baila. Trata-se de assunto ao qual sou especialmente sensível. Durante muito tempo lembrei-me de o abordar aqui, mas acabei por desistir. Agora decidi que era o momento.

“Quem casa quer casa.” Sempre idealizei a minha vida independente dos pais de ambos, nunca sequer me surgiu a ideia de continuar a viver em casa dos meus pais ou dos dele após constituirmos a nossa própria família.

Idealizações à parte, descobri aqui há dias um texto intitulado “Filhos são do mundo”. Foi inicialmente atribuída a autoria deste texto a José Saramago, mas depois a fundação fez uma publicação no portal a negar esta atribuição. Assim, não faço ideia de quem o escreveu. (Se por acaso o autor cá chegar por favor informe-me que eu atualizo a informação)

“Devemos criar os filhos para o mundo. Torná-los autónomos, libertos, até de nossas ordens. A partir de certa idade, só valem conselhos.
Então, filho é um ser que nos emprestaram para um curso intensivo de como amar alguém além de nós mesmos, de como mudar nossos piores defeitos para darmos os melhores exemplos e de aprendermos a ter coragem. Isto mesmo!
Ser pai ou mãe é o maior ato de coragem que alguém pode ter, porque é se expor a todo tipo de dor, principalmente da incerteza de estar agindo corretamente e do medo de perder algo tão amado.
Perder? Como? Não é nosso, recordam-se? Foi apenas um empréstimo!
…”


Concordo com o autor do texto. Tenho pena que alguns pais não consigam agir em conformidade com estas afirmações. Não sou mãe, não sei exatamente os sentimentos que estas situações implicam, mas sou filha, sou nora, e sinto na pele o facto de algumas pessoas acharem que independentemente da vida, da idade, da responsabilidade, da autonomia de opiniões e decisões, podem sempre comandar a vida dos filhos.

Neste aspeto acho que tenho muito mau feitio. Não suporto que controlem a minha vida e tentem dar ordens acerca do que deve ser feito na minha vida, na minha casa, no meu casamento, na minha vida social...

Os pais/sogros têm sempre uma opinião a dar, sobretudo se lhes for pedido, mas há um momento na vida dos filhos em que simplesmente é preciso cortar o cordão umbilical. O núcleo familiar deixa de ser os nossos pais connosco e com os nossos irmãos e passa a ser o constituído pelo marido e mulher. Como uma nova célula que se cria.

Vivo relativamente longe tanto dos meus pais como dos meus sogros e sinto-me bastante confortável com isso. Não gostava da ideia de me aparecerem em casa sem avisar, do entrar e sair sem serem convidados, da possibilidade de intencionalmente ou não controlarem alguns passos da minha vida.

A vida que escolhi foi criar a minha família juntamente com o meu marido. Não namorei ou casei com o pai ou mãe dele e apesar de tudo isto fazer parte do pacote há uma privacidade, uma independência de que não consigo abdicar.

Os meus pais são e serão sempre os meus pilares. Sei que são as pessoas em quem me apoiarei independentemente das dificuldades que ainda se atravessarão no meu caminho. Mas sei igualmente que isso não lhes dá legitimidade para “se meterem” na minha vida, viverem-na por mim ou comandarem-na quase tanto como eu.

Há coisas que são fáceis de lidar, outras que nem por isso. Parece-me que se trata de uma luta contínua, porque para mim, se há coisa pela qual vou sempre lutar, é pelo bem-estar emocional que esta delimitação de acessos cria.

E é por isso que digo sogros… ao longe! Tanto os meus como os dele!

sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014

Sentir


Há momentos em que parece que tudo vai desabar. Respiro fundo, engulo as lágrimas, esboço um sorriso, mas o sentimento, esse só eu o conheço, só eu o sinto.

Uma vontade de me tornar invisível cria corpo e conquista terreno. Se me encostar a um canto, não sair da sombra, não mostrar as lágrimas ou o sentimento, me deixam em paz?

Sinto que levei com um tsunami em cima. A surpresa e o choque deram-me um abanão mas “facilmente” criei as amarras com a realidade que me sustém. Voltei a levantar a cabeça e tentei enfrentar o futuro de forma promissora. Mas depois chega um dia como o de hoje. Um dia que sem motivo concreto algum ganha outros contornos. Um dia em que parece que vou chorar, sangrar, gritar ao mundo o que sinto sem qualquer filtro, sem qualquer controlo.

Não o farei, sei que não o farei, e entretanto tudo isto me consome. A esperança, a felicidade, a força escapam-se como o fumo de um cigarro. Fico temporariamente no fundo de um buraco escuro.

Sei que amanhã é outro dia. As forças vão ser renovadas, o espírito vai ser outro e o discernimento prevalecerá sobre a irracionalidade de pensamentos confusos. Mas enquanto o amanhã não chega, o hoje é muito difícil!

Com o estado de espírito em que me encontro


Só vejo duas alternativas!

1.ª alternativa:

 


2.ª alternativa:




Estou arrependida de não ter ido ao ginásio hoje. Acumular tudo cá dentro é cada vez mais a pior opção…

The White Stripes - 'Seven Nation Army'




Porque a música é a minha companhia nos bons e maus momentos, esta é a música eleita para o dia de hoje.

Eu a tentar ficar mais bem disposta

E a Comissão Europeia a dar-me cabo do esforço:

"... Portugal precisa de uma redução salarial adicional de 5% para garantir que há um equilíbrio entre a taxa de desemprego e o nível salarial."

Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades! Ou as necessidades?


Pessoalmente penso que atualmente as crianças são demasiado precoces no uso de tecnologias e conhecimento de determinados assuntos, nomeadamente no que a sexo diz respeito.

A mim parece-me que já não sabem saltar à corda, correr, jogar às escondidinhas, ao lenço… Nos dias de hoje saltam à corda mas numa consola, correm, lutam, escondem-se numa consola. Até animais de estimação têm nas consolas. Isto como se fosse substituível o contacto físico entre pessoas e com animais e até com as próprias coisas.

Sei que os tempos são outros. Sei que as coisas não são como no meu tempo (e nesta altura cai sobre mim uma crise de idade!) e em certos aspetos sinto-me uma verdadeira sortuda.

Desde miúda sempre vi os médicos, advogados, engenheiros e terem algum reconhecimento adicional pelo seu trabalho. Gestão era trabalho de homem e contabilista sinceramente nem ouvia falar grande coisa.

Cresci e quando foi altura de escolher o Curso em que me iria licenciar sabia perfeitamente que a minha mãe gostava que fosse médica ou enfermeira, mas o que é facto é que tanto mãe como pai sempre me disseram que a escolha era totalmente minha. Escolhia o que gostasse, o que quisesse e independentemente das preferências deles não iam influenciar a minha decisão. E assim foi, disseram e cumpriram!

E pensava que a regra era esta. Sim, como em tudo existiam exceções mas apenas para confirmar a regra.

Isto até que me começo a aperceber em reportagens do telejornal, em conversas com miúdos, a preocupação que apresentam com a crise, com o dinheiro, (para mim,) com uma série de coisas nas quais ainda não deviam pensar, apesar de compreender que isso aconteça.

Mas no meio desta história toda a minha maior surpresa foi receber um estagiário que me disse que frequentou um curso profissional de ciências e tecnologias, mas agora quer tirar a licenciatura em contabilidade. Porquê? Porque para garantir trabalho tem de ir trabalhar na empresa dos pais. A ideia é colmatar uma necessidade e tratar da contabilidade. Para mim, esta não é a vontade deste jovem de cerca de 19 anos. Esta é a escolha, a necessidade, de quem atinge a idade adulta no auge de uma crise, numa fase em que as dificuldades são mais que muitas e os pais não conseguem deixar de se preocupar e passar essa preocupação para os filhos, relativamente à penhora do seu futuro.

Acho que têm demasiadas preocupações e o futuro não se adivinha risonho. Porque estar todos os dias a fazer uma coisa de que não gostamos é das piores coisas que acho que pode acontecer. Resta-me apenas tornar esta experiência o mais agradável (ou suportável) possível para o jovem em questão.

quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014

Ginásio by morning #12


Oh yes baby! That’s what I like!!!

3 vezes seguidas! Sempre ouvi dizer que o que custa é começar. Pessoalmente custa-me sempre, mas simultaneamente sabe-me demasiado bem para desistir. Além disso tenho de aproveitar estas fases em que a vontade é mais que muita. A minha esperança é que se entranhe e torne um hábito, mas para já não estou muito segura disso.

Por isso hoje mais uma para o monte (ainda pequenino)… a 3.ª consecutiva!

Batido:

- 3 colheres de sobremesa de sementes chia

- bagas goji q.b.

- meio abacaxi

- 1 maçã grande

- 1 cubo de espinafres (que o marido consentiu após a experiência do pepino)

- sumo de 1 laranja e 1 limão

- 1 colher de sobremesa de mel (para cortar o sabor dos espinafres)

- água q.b.

E hoje fui a primeirinha a chegar à sala de musculação/cardio. Quando o resto da malta começou a chegar já umas pingas de suor tinham surgido aqui e ali…

Mais uma vez excedi o fixado no plano de treino e vim embora toda animada. Hoje foi o dia em que me dei um encosto de ombros psicológico, que é como quem diz “bom trabalho miúda!”!

Vamos ver os próximos episódios…

Maçã e Amêndoa – combinação pecaminosa


Chegou a altura de mostrar a segunda (e última) sobremesa do jantar de S. Valentim.

Falsos crepes de maçã e amêndoa com gelado de baunilha

Esta receita levou:

- 45g de manteiga

- 4 colheres de sopa de açúcar

- 5 colheres de sopa de amêndoa palitada

- 1 maçã

- 3 colheres de sopa de doce de gila

- 8 folhas de massa filo

- Margarina líquida q.b.

- Canela q.b.

- Sumo de limão q.b.

- Açúcar em pó q.b.

- Gelado de baunilha

Aquecer a manteiga numa frigideira. Juntar o açúcar e ir mexendo até ficar acastanhado. Nessa altura juntar a amêndoa palitada, misturar bem e deixar torrar um pouco. Adicionar a maçã, misturar bem e deixar ferver, mexendo de vez em quando, à volta de 5 minutos. Depois juntar o doce de gila e polvilhar com canela. Mexer bem e deixar ferver. Finalmente, espalhar sumo de limão por cima e mexer bem. Retirar da fonte de calor e deixar arrefecer um pouco.

Cortar as folhas de massa a meio e depois sobrepor 4 meias folhas. Cada uma das folhas deverá ser pincelada com margarina líquida antes de colocar a seguinte.

Espalhar o recheio pelos conjuntos de folhas de massa (4 conjuntos) e embrulhar como uma prenda. Levar ao forno até a massa ficar dourada.

Retirar do forno, juntar uma bola de gelado de baunilha e polvilhar com açúcar em pó e canela.

 



Gostamos bastante, mas preferimos a mousse.

Memórias #12 Música (Aerosmith - Amazing)




O meu gosto musical foi de alguma forma delineado pelos gostos dos meus dois irmãos mais velhos. Um deles (6 anos mais velho) que me influenciou mais e o outro (3 anos mais velho) que tinha uns gostos mais barulhentos e por isso menos a minha onda.

Durante a infância ouvia muito Bon Jovi, Guns N’ Roses, AC/DC, entre outros, e como não poderia deixar de ser Aerosmith.
Esta “Amazing” dos Aerosmith fez-me muito companhia enquanto andava pela casa a arrumar, utilizando qualquer objeto como microfone, armada em cantora profissional. Quando não me armava em cantora virava-me para o baterista ou em última alternativa guitarrista. Polivalência fantasiosa à parte, esta música faz parte de muitas memórias de miúda.

Dificuldade de ser mulher #10


Eu: Então, o batido hoje de manhã estava bom?

Ele: Por acaso… estava bem bom! Soube-me bem!

Eu: Sabes que tinha um ingrediente secreto!?

Ele: A sério? O quê?

Eu: Tens a certeza de queres saber?

Ele: Sim, diz lá!

Eu: Pus um pepino! Mas estava muito bom! Nem se notava o sabor…

Ele: Agora que falas nisso acho que notei alguma coisa estranha…

Porque é que não acerto assim no Euromilhões?

Já tinhamos saudades

da chuva.



E ela voltou, para não continuarmos a sentir a sua falta. Esteve para aí quê, um dia sem chover?

Vale tudo, mas podia valer mais


Vale tudo! Programa de Domingo à noite da SIC que recomeçou no fim-de-semana passado. Ainda me lembrava das gargalhadas da primeira temporada e estava ansiosa por me voltar a divertir.

Começou com a informação de que Rui Unas e César Mourão são os residentes e eu logo a bater palminhas qual criança entusiasmada porque são dois comediantes que adoro, talvez os meus preferidos atualmente.

De resto, os convidados também me pareceram malta disposta à ramboiada, com destaque para a Inês Castel-Branco que é do mais porreiro que pode haver. Todos os ingredientes reunidos para uma noite divertida.

Mas nem por isso! O João Manzarra fez questão de ir alterando o guião conforme lhe apetecia (pelo menos foi a sensação que me deu) e até concordava com isso se resultasse! Não aconteceu! Parecia que o programa tinha sido mal organizado e preparado em cima do joelho. Ainda me arrancaram uma ou outra gargalhada, mas nada comparado com outros tempos. Acho que têm muito a melhorar…

Da minha parte, a continuar assim, posso passar de espetadora assídua a ausente. Mas ainda foi o primeiro programa e temos de dar o benefício da dúvida. Aguardo o próximo programa para mais conclusões.

quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014

Ginásio by morning #11


Ah pois é!!! Há já algum tempo que me perguntava como seria ir dois dias seguidos ao ginásio pela matina. Hoje foi o dia, o segundo!

Apesar de os músculos ainda se manifestarem por causa do tratamento levado ontem, lá fui às 7horas para mais uma volta no carrossel do gym!

O batido teve como elemento principal a cenoura. Sem o marido saber também pus um pepino e bebeu-se bem. Ele não se queixou (quando ler este post vai-se queixar!) por isso acho que é uma boa opção! No total:

- 3 colheres de chá de sementes de linhaça

- bagas goji q.b.

- 1 banana

- 1 pera

- 1 pepino

- 2 cenouras

- sumo de 2 laranjas e 1 limão

- água q.b.

Ficou com uma cor laranja muito porreira. Lembrei-me de tirar foto, mas têm de perdoar a falta de lembrança no segundo dia consecutivo de treino pelas 6:30 da manhã.

Como o sistema de treino não estava a funcionar (e já começo a reparar que isto acontece com muita frequência) foi freestyle! :P

Pimba, logo por causa das coisas, 20 minutos de passadeira à velocidade de 6,5Km/hora. Com um sorriso de muita satisfação quando o tempo terminou, fiz quase o treino todo como é costume. Dei-lhe com mais peso na elítica e na bicicleta e reduzi um bocadinho ao tempo para compensar o aumento na passadeira.

E claro uma coisa engraçada para melhorar o dia da malta. Nos equipamentos de musculação/cardio existe aquela zona onde pomos as mãos para verificarmos os nossos batimentos cardíacos. Sempre que o fazia, passado alguns segundos o coração vermelho começava a piscar (e eu pensava, já conseguiu apanhar). Lá via os batimentos e continuava com o treino… Até que o coração começou a piscar não em vermelho, mas em verde! Verde??? Que estranho! Porquê verde? E pronto, já devem ter chegado à mesma conclusão que eu! Percebi que até aí andava a abusar no esforço que fazia e o facto de o coração piscar na cor vermelha significava que o esforço era demasiado… e agora não! Sim, às vezes sou burra! Que fazer?

Ignorância à parte, dois dias seguidos ao ginásio!? Uoooouuuuuu! Será que consigo um terceiro? Ou é maluqueira a mais?

A ver vamos…